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metendo a boca (surrupiadores de galináceos)
 
 
Estou brava, revoltada, furibundíssima!! E assim como eu, devem existir muitas outras pessoas se sentindo desse jeito. Tudo isso porque algo estupefaciente me aconteceu há alguns dias atrás, na nossa querida ESPM.
Lá estava eu, junto com umas colegas de grupo, na sala de estudo. Por algum motivo precisamos ir à biblioteca, então deixamos nosso material de modo que não chamasse a atenção de terceiros e saímos. Ao retornar, pegamos nossas coisas e fomos embora. Até aí, tudo tranquilo.
Só que, infelizmente, ao chegar em casa, notei que me faltava uma nota de R$ 10,00. Juro que revisei meus gastos naquele dia, mas não adiantou. O que foi me confortar foi a ligação seguida de uma colega do grupo que também dera falta de 10 reais. No outro dia, uma terceira reclama que R$30,00 (lê-se "trinta-absurdos-reais-que-dão-pra-muita-coisa-quando-se-é-estudante") tinham sumido de sua carteira. Impossível tal coincidência, e todos hão de convir que algo muito suspeito aconteceu.
O que me dá raiva é que estamos muito acima de conviver com "ladrões de galinha" (sem querer subestimar tal profissão). No ambiente que convivemos, a faculdade em si, não há espaço para este tipo de atitude, principalmente porque pagamos caro pela mensalidade, e assim, não existiriam alunos passando por tamanha necessidade.
Que nós três, vítimas, "pagamos" para aprender que não dá para deixar a bolsa em qualquer lugar, nós pagamos. Aliás, só nessa brincadeira, alguém faturou no mínimo 50 mangos. Para quem é de fora e vive da grana dos pais, isso é uma senhora grana. Isso não devia acontecer numa faculdade "elitizada". Talvez devamos criar um detetor de surrupiadores na porta. Por enquanto o jeito é ficar esperto...

 
erro
 
 
Aí, bicharada, Agentes recebemos um pedido do pessoal da bateria para poder "esclarecer" um pequeno mal entendido. Mas antes, vamos contar um fato verídico (ISTO É INCRÍVEL!!!). Conta a lenda, (ou dizem as más línguas) que algumas mentes, digamos assim, eééééé´- como vamos colocar? - INGÊNUAS, foram saber quando é que iriam receber a bolsa auxílio de mil reais por um "estágio" na batera. Ah! E quando poderiam mudar-se para o Sports Garden - condomínio, clube, flat, apart hotel, discoteca, cervejaria, casa de massagem tailandesa, hípica (ufa!!) que fica ali na Rio Grande. Gentes, sentimos muitos, mas por favor, não abandonem seus estágios, não chutem o pau da barraca na facu, não saiam de casa ainda... A batera se explica antes que seja processada por propaganda enganosa (VER AULA DE LEGISLAÇÃO E ÉTICA): aquilo foi uma B-R-I-N-C-A-D-E-I-R-A (o auxílio é só por parte dos "bandêidis" e o Sports Garde está temporariamente fora da área de serviço ou D-E-S-L-I-G-A-D-O. De nada então pelo toque.

 
equisplaneition
 
 
Para aqueles que leram a seção "istorinha" da edição # 1 e num tão intendéndu quem é Elsa Jane Pitt, e porquê ela age assim, aí vai uma breve explicação. E aguardem, porque em breve virão novas putarias da nossa heroína. Elsa surgiu a partir de uma mente poluída e de uma música do Oasis, "Supersonic". Viciada em Alka Seltzer, Elsa se transforma em uma ninfomaníaca assim que o absorve. Seu par é Wilson Lorenzo, médico da Amesp Saúde que ela se apaixona durante um clássico futebolístico. Mais tarde o tal doutor ganha uma identidade e personalidade, fazendo-a sofrer de amor no decorrer dos capítulos Na próxima edição veremos o primeiro capítulo de sua saga., fielmente ilustrado.

 
paxenti nunca isquecê
 
 
Inventaram o axé
Um batuque por aqui
E um cutuco por ali.
Ambos se confundem
Em plena luz do dia.
O amasso mudou de nome:
Virou Remelexo!!
Ao som do Pinto do meu Pai
Ele mexe as pernas e se
encaixa com a vizinha]
E o Tchan é rebolar na coxa do parceiro]
É minha gente, talvez não estejam de acordo]
Mas cá entre nós, Não tem nada parecido na cama?]
Jájá uma boa transa vai virar ritmo cobiçado.]

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